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caminantegalactico

o sonho das “chacras saudaveis”

residentes Posted on Sun, February 21, 2016 19:39

Visão :

Partindo do conceito e sentimento de
que a espécie humana encarna um ser de existência holística e
diante do facto que nos “Seres Humanos” somos mais conscientes
cada hora, da degradação de nossa qualidade de vida em sua
expressão Espiritual e Material, como resultado visível de um
paradigma “suicida”, adotado e imposto pela abstração nominada
“SISTEMA”, apresenta-se como imperativo agir desde essa
consciência que não e nova, e sim assumida, partindo decididamente
a vivencia de todas aquelas experiências de vida, que se apresentem
como uteis e vitais, para a reconstrução do conjunto de valores
objetivos e subjetivos que modelar-a nosso paradigma atual
transformando-o a fim de ser representativo e adequado a nossos
anseios de espécie evoluída.

Entendemos nos, que nossa espécie esta
enferma, aconhescendo os sintomas desa falta de saúde coletiva
manifesta em, guerras, confusão moral, fome, esgotamento dos
recursos naturais, pobreza endêmica corrupção, estabilidade
maldosa do sistema financeiro, ignorância política; entendendo-se
que estos sintomas e patologias de enfermidades sociais som parte de
um circulo que se retroalimenta, e que nos indivíduos somos peças
dessa roda com nossa falta de saúde espiritual representada pelo
egoismo, falta de amor pelo próximo, falta de conexão com a terra e
outros seres que a vida manifesta, sede de poder, ambição
desmedida, ciúmes, invejas, ignorância de nossa condição e
potencial espiritual, ignorância de nosso propósito existencial e
sua conexão com o Divino, e todas as suas manifestações
patológicas, stress, adiciones, violência, autodestruição,
fraqueza, alimentação incorreta, bipolaridade, esquizofrenia
depressão, bulimia, anorexia, dependência de drogas, alcoolatria, e
ainda as manifestações de enfermidades que asseitamos como físicas.

Este conhecimento nos impulsa a trazer
a vida o projeto CHACRAS SAUDAVEIS como expressão material dum
conceito, o conceito de nossa capacidade de auto Cura e a
consciência do nosso papel no universo da potencialidade pura.

Caros irmãos nesta caminhada de aprendizado e evolução, faze um corto tempo atrais escrevia este documento, que tinha por objetivo expresar o que pensamos no sentido de agir para mudar.
Sonhamos então em dar impulso ao projeto “Chacras Saudáveis”, manifestando-o, para que outros o sentiram como proprio e apropriado. Quero voltar a partilhar seu conteúdo , para depois então contar os pasos andados em essa direção, que hoje permite avisorar ele como uma realidade possível……….


Objetivo.

O projeto Chacras
Saudáveis visa ser uma ferramenta ancora de um plano mas complexo
que e a fundação duma “ALDEIA LIBRE” que definimos como um
espacio de solo (propriedade rural) onde juntaram-se para aldear
(estabelecer moradias, relações sócias, expressares culturais,
interação econômica, cooperação produtiva) pessoas decididas a
reformular o “Contrato Social” e o eixo paradigmático que defina
o “Sistema” desta nova expressão social.

Em definitiva um grupo de pessoas que
decidem assumir a tarefa evolutiva, permitindo-se acreditar,
que há uma medicina de transição onde as terapias alternativas e
espirituais se encontram e complementam com a medicina tradicional,
que e possível trazer a educação de volta a suas raízes na
antroposofia, que e possível que a biodinâmica e a permacultura
sejam o ABC na prática da agropecuária que nos alimente, que e
possível viver numa aldeia onde a construção das vivendas e
sustentável ecológica e orgânica e as energias libres sejam o
comum e não a excepção.

Onde com ferramentas ancestrais como a
mutualidade e a cooperativa, complementadas
brilhantemente na teoria da “devolução da propriedade da terra
para a comuna que de ela se alimenta”, expressada por IVAN
KURTZ em a sua tésis COMUNA RESTAURADA, será possível transitar um
caminho de paz e dignidade para obter direitos reais e seguros sobre
o solo (propriedade) tirando-o da espiral especulativa.

Neste contexto propomos funcionalizar
em um espacio de terra, que tomaremos a nosso cuidado, uma comunidade
terapêutica que reúna as potencialidades e aspirações de cura de
seus membros, e de todos aqueles que busquem acolhimento e
compreensão na sua busca da saúde plena, e para dar o paço tao
necessário de contribuir na tarefa de resgate, da saúde da terra
que nos acolhe, da saúde de nosso ser (espiritual e físico), da
saúde de nossa sociedade, da saúde de nossas relações com o
próximo e com o universo que nos rodeia e do cual somos parte, em
todos os planos que nos seja permitido pela inteligência da criação.

Projeto Chacras Saudáveis Pg 2

Estrutura do projeto:

A vastidão dos itens que podem compor
o entramado estrutural do projeto faz impossível seu detalhe
particular, mais avançaremos nos conceitos fundamentais.

Sustentaremos o projeto em trés
princípios que atuaram como eixo e marco:

1) Principio do propósito social.

2) Principio da sustentabilidade
ecológica

3) Principio da viabilidade econômica.

Estes trés princípios fecham em si um
todo conceptual e só na sua integração plena garantem o êxito do
projeto, mas no entender que se trata de um projeto nascido no signo
da evolução pode vir no futuro a se reconhecer um novo princípio
que complemente os ditos trés.

Explicamos para sua melhor compreensão
os princípios citados.

Principio do propósito
social:
todo projeto que vise ter como objetivos a recomposição
dos valores sociais deve ter um propósito de sevicio para a
comunidade que tenta beneficiar, como elo que reafirma sua identidade
com a evolução e não com o autoafastamento.

Principio da sustentabilidade
ecológica: não será possível evoluir se não
componemos nossa relação com o eco sistema biotípico de nosso
entorno, e agimos com respeito amor e responsabilidade, equilibrando
o ciclo de extração e reposição de recursos naturais.

Principio da viabilidade econômica:
Todo projeto que involucra a aplicação de nossos esforços humanos,
espirituais e econômicos, deve avaliar e procurar ter certeza da
viabilidade em termos econômicos do projeto como um princípio de
respeito pelos recurso a ser empregados. A justa valorização dos
recursos humanos do tempo e dos recursos financeiros analisados na
equação dos resultados esperados devem dar saldo positivo,
viabilidade econômica não e outra coisa que sustentabilidade básica
do projeto e garantia de seu desarrolho.

Anteprojeto:

Sendo que hoje estamos na busca do
sítio onde implantar nosso projeto presentaremos um anteprojeto que
esperamos seja útil na elaboração do projeto executivo, confiamos
em que o exercício intelectual já será um aporte enriquecedor para
o próprio.

Partiremos do ponto em que descrevemos
o local ideal em termos gerais: uma propriedade rural com
características nobres de paisagem, fértil, com infraestruturas de
apoio, com água própria, com bosque nativo, com recantos para la
observação da natureza, do universo estelar, e com espácios para
estabelecer vivendas, onde terapeutas e pacientes possam ter um
convívio dinâmico.

A seguir logo da avaliação de todos
os potências tanto endógenos como de infraestrutura, traçaremos a
diretriz de desarrolho, determinando, quais são as áreas mais aptas
para o desarrolho das atividades segundo a sua natureza.

Com toda essa informação poderemos
avaliar a quantia da inversão para alcançar os objetivos.

Plano de ação: Para poder
construir este projeto será necessário estabelecer, os paços a dar
na ordem, filosófica, social, econômica, e operativa, para adquirir
os direitos de pose sobre a terra ou espaço onde desarrolhá-lo, e
lançar o cronograma de metas, adotar o sistema de avaliação dos
avanços, oficializar o sistema de toma de decisão, internalizar o
organigrama executivo, e dar o inicio ao plano de sustentabilidade
econômica avaliando e dando inicio as atividades geradoras de
recursos.

Projeto Chacras Saudáveis
Pg. 3

Pro ponhemos nas areas da:

1)Filosofia; Expressão clara de
nossa visão filosófica a traves de um manifesto onde fiquem
esclarecidas nossas posiciones e aspirações a fim de dar espacio a
la identidade e adesivação consciente de queines deem o primeiro
paço de fundação do movimento e os que logo se somarem.

2)Sociedade; Adotar nossa forma
de integração social declarando princípios e escrevendo o manual
de convívio de nossa comunidade ou aldeia.

3)Economia; Neste campo devemos
estabelecer a forma de inter-relacionamento econômico entre os
membros da comunidade, da comunidade com a sociedade exterior, as
moedas, os padrões de intercambio e comércio, e as ferramentas de
trabalho (mutualidade, cooperativas, associação, etc). A partir
desa “posta a ponto” se faz o inventário financeiro, os
cronogramas de fluxo, os estúdios de viabilidade, capacidade de
retorno do capital invertido, e mais tarefas especificas a cada
proposta de desarrolho.

4)Operativa: A face operativa
abre duas líneas de ação IMPLANTAÇAO e EXECUÇAO.

A implantação consiste em determinar
o espacio onde se pretende materializar o projeto, estabelecer o
contato com o/os Proprietários, fazer o pré-levantamento mais
completo possível das qualidades morfológicas, melhorias
existentes, infraestrutura de serviços ao alcance, para assumir
potencialidades e fraquezas, determinar o valor para o grupo
fundacional, negociar a propriedade adquirindo os direitos de
posse
, trasladar os direitos de administração e exploração
dando inicio a la face executiva.

A face executiva respondera a um plano
previamente aceito pelo grupo, onde se materializam as aspirações
locativas e produtivas em balanço com as necessidades e as
possibilidades de investimento.

Daqui em mais só resta elaborar o
listado de objetivos e inseri-los num cronograma com o propósito de
avaluar o avanço material do projeto, e conseguidas as metas lançar
novos desafios.

Enrique Giambiaggi – Jaraguá do sul
10/07/2015



apresentandonos

residentes Posted on Sun, February 21, 2016 19:06

A
construção de eco aldeias sustentáveis e possível?

Como?
Quando? Donde? Por quê?

-Tenho 53 anos de caminhada. Sou
formado em eletromecânica ,e tambem como técnico construtor, ofício que
exerço em eco e bioconstrução (construção sustentável). Os
aconteceres de mia vida levaram-me a interessar-me e participar em
práticas da que considero a verdadeira economia solidária, (que e
aquela que resgata a dignidade de ser construtores de nosso próprio
bem-estar), assumindo parte ativa em os processos de fundação de
instituições sociais, com capacidade de ser ferramentas de
transformação e melhoria das condições de vida como a Mutual e a
Cooperativa , trabalhei em projetos de estruturação social e
econômica de aldeias ou comunidades onde o reconhecimento dos
valores e capacidades endógenas convertiam-se no eixo de articulação
da produção. Transitei pelos caminhos da nossa Sul América,
emigrei, e procurei experiencias neste campo em a Europa “Latina”.
Em mia longa caminhada me desconstruí e me construí novamente, me
reconheci como terapeuta holístico, recebi terapias alternativas e
aprendi a praticá-las. Faz dois anos cheguei ao Brasil, onde fui
confrontado com uma aspiração latente: a de unir-me ou participar
no processo fundacional duma aldeia com vocação terapêutica,
organizada, aberta, não-dogmática, laica, eco consciente, e de
visão holística compartida, nos seus moradores. Porquê ?-acredito
na ideia de uma comunidade terapêutica organizada na forma de uma
eco aldeia. Porque?-acredito que o ser humano está enfermo em
diversos aspetos; que esta enfermidade se manifesta no campo social,
econômico, produtivo, educativo, e físico, este ser “enfermo”
agride e condena ao esgotamento e à morte toda a vida que o rodeia,
e para se curar ele necessita interagir duma forma vocacionada em a
própria cura, reconstruindo o relacionamento vivencial integral,
reconstruindo sua relação com o meio ambiente, reconstruindo sua
relação com o reino animal e vegetal, reconstruindo integralmente a
relação com o seu ser espiritual.

Minha vocação e minha visão não e a
de retirar-me a um “monastério” onde junto com outros mais ou
menos “iluminados” fechar-nos no dogma ou no rito. Minha vocação
é a de contribuir com o exemplo de vida possível ,integradora
,evoluída, respeitosa, confiante, autossuficiente, com lugar de
expressão para os mais vejos, e de formação para os mais novos.

Acredito, produto de meu caminhar, que
em solidão é impossível fazer de nossa vida individual uma coisa
útil objetivamente, para a tarefa enorme da cura, e assim na
necessidade de associar-nos com outras pessoas em convívio ativo
aparece consequentemente a figura da aldeia ou eco aldeia pois não
tenho outra forma de nomear a essa reunião de pessoas habitando e
convivendo sobre uma porção de terra.

Assumo o desafio de interagir com
seres em diferentes estados evolutivos com diferentes estados de
consciência, fazendo da força do amor e da pratica do amor ao
próximo e a mim mesmo as ferramentas fundamentais de convívio.

Assumo o desafio de contribuir para
conciliar a dimensão material com a dimensão espiritual.

Voltando sobre o tema da eco aldeia ou
dessa associação de pessoas, advirto que a intenção carece de
sustento se não se estabelecem a trama de convênios que determinem
os direitos, as obrigações, os compromissos e os benefícios.
Também deve-se observar a condição de sustentabilidade ecológica,
a viabilidade econômica e o serviço social.

Nossa
ideia sobre esta
aldeia es aplicar o sistema de economia solidaria proposto por Ivan
Kurtz na sua tésis
social chamada “ a comuna
restaurada” que
fundamenta a transformação
das
propriedades individuais em propriedade coletiva ou comunal, em um
processo longo de mais de 20 anos. Isto defende o direito de posse
daqueles
que vivem
cuidam
e produzem
sobre a terra que
contem a aldeia (comuna) e as fontes produtivas.

Nessa
proposta se
criam duas
figuras
legais, a Mutual que será a que reúne e administra os fundos para
comprar e equipar essa terra, ou seja, para adquirir a posse legal e
bens de capital
e uma Cooperativa que terá o compromisso contratual de reembolsar à
Mutual o capital nela investido.

De
forma que a partir dessas duas figuras legais (pessoas jurídicas)
possa, por fim, (re)surgir a terceira figura: a Comuna ou comunidade
orgânica (organizada).

A
devolução do mútuo ou dos capitais investidos será devidamente
atualizada, mas sem juros, porque, do contrário isso não seria um
mútuo. Isto de forma parcelada por longo período de tempo, de forma
que a devolução do mútuo possa servir na prática como um
complemento previdenciário privado do investidor.

Em
línea com as experiências construtivas de mia vida e de esta visão
filosófica compartida com Kurtz, proponho a aqueles que se disponham
a avançar na realidade abandonando a retórica virtual:
1) A
partir ao estudo das características da terra proposta para aldear,
em quanto a seus potenciares econômico produtivo, a morfologia do
terreno, sua condição respeito da logística, seu vinculo com o
entorno social e sua integração ao sistema ecológico, elaborar um
projeto de implantação.
2) Chamar logo à integração
do grupo de aspirantes, com uma proposta concreta, mais aberta a ser
complementada.
3) Essa proposta deve conter explicitamente a
relação a ser assumida com a propriedade.
4) Essa proposta
deve propor explicitamente a integração e relação com o
necessário capital de inversão produtiva, locativa e de
giro;
5) Essa proposta deve propor atividades econômicas e
produtivas que fazem a auto sustentabilidade.

Para
apoiar essa ideia e tirá-la do campo retórico estamos dispostos no
pessoal a um considerável aporte econômico neste fundo Mutual.

Chamamos
a quem tiver terras para povoar sustentavelmente, comunizando-as, que
as aplique, as invista, pelo seu valor coletivamente acordado, junto
conosco no fundo solidário que propomos.

Nessa forma simples os proprietários
não arriscam a propriedade que continuará sua até o reembolso
integral do investido, para, por fim ser comunal.

Esta proposta também tem lugar para
aqueles que por circunstâncias da vida desejam integrar o projeto e
não disponham de capital ou terras, mas que assumam a participação
cooperativa plena.

Feita esta exposição de propósitos,
fico a espera das necessárias perguntas e respostas de vai e vem que
surjam em vocês.

Enrique Giambiaggi .
12/07/2015 Jaraguá do sul SC.